
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Crer nos Espíritos; sim ou não ?

domingo, 28 de junho de 2009
Para ler, reler, rever, repensar e recolocar

terça-feira, 2 de junho de 2009
Um bom (re)começo

Lembramos que o estudo de "O Livro dos Espíritos" no Grupo Espírita Paz e Bem! se dá a partir das 18h30min. Quem quiser se unir aos 20 participantes - em média - basta se dirigir à sala onde também funciona o passe. Nosso irmão Ricardo Rodrigues tem o maior prazer em nos receber.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Dica de livro

terça-feira, 31 de março de 2009
O que significa?

domingo, 8 de março de 2009
Palestra sobre um caminho de autoconhecimento

Polêmica atual

segunda-feira, 2 de março de 2009
Ótimas companhias: os livros

01. "O CAVALEIRO PRESO NA ARMADURA - "Uma fábula para quem busca a Trilha da Verdade", de Robert Fisher, Editora Record, 102p.
Podendo ser lido num fôlego só, o livro cativa por trazer muita sabedoria de vida, a partir do protagonista - o Cavaleiro - que representa qualquer um de nós. A estória funciona como uma orientação para jovens e adultos que acabam se distanciando de si mesmo, da família e dos amigos, seja por estabelecerem prioridades externas ou por não saberem como demonstrar os sentimentos, relegados ao esquecimento. Aponta a busca de nosso Eu, esquecido no tempo, e a necessidade de percorrermos a Trilha da Verdade, rumo ao autoconhecimento, de volta para casa, a nossa verdadeira essência.
02. "A RODA DA VIDA - Memórias do Viver e do Morrer", da Drª. ELISABETH KüBLER-ROSS, Ed. Sextante, 313p.
Psiquiatra suíça, Kübler-Ross esteve na Terra, de Zurique (1926) ao Arizona/EUA (2004). O livro é sua autobiografia, que se lê como um romance. Escrita com franqueza e entusiasmo, a história dela é uma aventura do coração, vigorosa, inspiradora, um legado à altura de uma vida extraordinária. Eis alguns trechos do capítulo final:
"...Todas as pessoas vêm da mesma fonte e retornam à mesma fonte.
- Todos precisamos aprender a amar e ser amados incondicionalmente.
- Todas as dificuldades por que passamos na vida, todas as tribulações e pesadelos, todas as coisas que vemos como castigo de Deus, são na realidade como dádivas. São uma oportunidade para crescer, que é a única finalidade da vida.
- Não podemos amar o mundo sem nos amarmos primeiro.
- Devemos viver verdadeiramente até a hora da morte.
- Ninguém morre sozinho.
- Todos são amados além do que são capazes de compreender.
- Todos são abençoados e guiados.
É muito importante que você faça apenas aquilo que gosta de fazer. Pode ser pobre, pode estar passando fome, pode estar morando num lugar miserável, mas estará vivendo integralmente. E, no fim de seus dias, abençoará sua vida porque fez o que veio fazer no mundo.
- A lição mais difícil é o amor incondicional.
03. "DOUTRINA ESPÍRITA PARA PRINCIPIANTES - Introdução ao estudo da Doutrina que ilumina consciências e consola corações", organizado pelo peruano Luis Hu Rivas , Editora CEI, com 156 páginas de papel couchê.
A Doutrina Espírita - lançada em 1857, com o lançamento de "O Livro dos Espíritos", por Allan Kardec - ajuda o ser humano a compreender as respostas ao "Quem sou?","De onde venho?", "Para onde vou?", "Por que a dor e o sofrimento?", "Como ser feliz?" e a outras indagações.
Alguns neologismos (palavras novas, especialmente criadas para designar algo novo) podem dificultar o entendimento dos leitores solitários, no primeiro contato com a Doutrina Espírita.
Contendo mais de 300 ilustrações (inclusive, fotos de filmes famosos), o autor dividiu os textos em 8 capítulos ("A Doutrina Espírita", "A Codificação", "Deus", "Imortalidade da Alma", "Reencarnação", "Leis Morais e Aspectos Diversos", "Mediunidade" e"Obsessão e Passes"), conforme estão seqüenciados em "O Livro dos Espíritos". Há também textos anexos que destacam a importância dos grupos espíritas e o crescimento da Doutrina, no Brasil e no mundo.
Portanto, esta obra é uma excelente introdução para quem quer entender mais facilmente todos os livros clássicos, codificados por Kardec, no Século XIX.
Em Fortaleza, quem quiser adquirir o seu, encomende-o ao nosso irmão livreiro Raimundo Santos, pelo e-mail: rnsce2003@yahoo.com.br
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dicas de livros



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O CONHECER-SE PELA AUTO-ANÁLISE
Ainda ensina Santo Agostinho, perante a dúvida de como julgar-se a si mesmo: "Quando estais indeciso quanto ao valor de vossas ações, perguntai como as qualificaríeis se tivessem sido praticadas por outra pessoa. Se as censurardes em outros, essa censura não poderia ser mais legítima para vós, porque Deus não usa de duas medidas para a justiça". Insiste, depois, aconselhando: "Formulai, portanto, perguntas claras e precisas, e não temais multiplicá-las".
Através desse processo viremos a nos conhecer, procurando deliberadamente realizar o trabalho de auto-análise, e não apenas nos deixando seguir ao sabor do tempo, reagindo e respondendo nas ocorrências do cotidiano, quando atingidos formos na nossa sensibilidade, ou, ainda, pela ação lapidadora da dor, que por algumas vezes sacode a nossa consciência.
Santo Agostinho interrogava a sua própria consciência e diariamente examinava os seus atos, conhecendo o que precisava melhorar e desenvolvendo a força interior de aperfeiçoar-se.
No andar inferior está o inconsciente, com todo o acervo de experiências do passado, guardando imagens, quadros onde as emoções vividas ligam-se igualmente. Nas camadas mais profundas do inconsciente arquivam-se as histórias de nossas existências anteriores, a refletirem-se hoje através das reminiscências.
O consciente pode, quando robustecido e treinado, penetrar nos domínios do inconsciente, remontar os registros de nossa história, recordar as experiências vividas para que as analisemos sob novos ângulos, e modificar aquelas disposições antigas, com a visão ampliada de hoje. Ao mesmo tempo o consciente conjuga, ao receber do superconsciente os rumos delineadores da nossa evolução, os dados do passado, do presente e do futuro, e, computando-os com os recursos da inteligência, apresenta os resultados sob forma de impulsos que nos levam a resoluções, a novos procedimentos. É um surpreendente mecanismo que nos faz avançar sempre ou, quando não, ao menos estacionar, mas nunca regredir. - in livro "No Mundo Maior", Capítulo III. A Casa Mental.
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Do livro MANUAL PRÁTICO DO ESPÍRITA, de Ney Prieto Peres, Ed. Pensamento, 1984, 326p.