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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Uma boa pedida de filme


Você sabe de alguém que está muito triste com a morte física de um ente querido?

Você tem dúvidas sobre se quem "morre" continua vivo ou não após o óbito?

Será que pela mediunidade confiável de um sensitivo é possível nos convencermos da imortalidade da alma?


Neste final de semana, convide todos os que estão sofrendo a dor da perda física para assistir ao documentário "AS CARTAS PSICOGRAFADAS POR CHICO XAVIER" (2010), roteirizado e dirigido pela experiente cineasta carioca Cristiana Grumbauch. O filme estreará nesta Sexta-feira 12, no cinema Espaço Unibanco Dragão do Mar, com sessões às 14h, 16h, 20h10min e 22h. Está previsto que o filme fique em cartaz até Quinta-feira 18, mas se os espíritas lotarmos as sessões já a partir deste final de semana, poderá ser prorrogada a permanência do filme e isto possibilitará que mais e mais pessoas tenham a chance de assistir um filme baseado em fatos e sentimentos reais.
IMPORTANTE: Assim como Marcel Souto Maior - autor do roteiro que resultou no filme "Chico Xavier" - a cineasta Cristiana também não é espírita. Ela apenas nos apresenta dez famílias que se transformaram ante as evidências contidas nas cartas, de que os entes queridos continuam vivos, após a morte física. Isto significa que o filme não foi feito apenas para o público espírita, nem que tenha a intenção de converter quem quer que seja ao Espiritismo. E isto é muito bom, porque o que importa é o consolo prás almas doloridas dos que continuam na jornada terrena, com uma baita falta dos que partiram.


Clique AQUI e veja o trailer.
Se gostou, clique AQUI e AQUI e leia sobre o que saiu no Blog Conexão Espírita e no Blog Dusbons.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Reflexão

Escrevi um texto pro blog Conexão Espírita e compartilho aos amigos do Paz e Bem!
O oposto da morte é o nascimento e não a Vida.
A Vida, que na sua essência é consciência, é eterna e não tem oposto.
Não existe morte, apenas a metamorfose de formas de Vida, de Consciência sob esta ou aquela forma.
É esta a verdade libertadora
.” Escritor ECKHART TOLLE

No princípio, a Vida pulsa em nós por uma Vontade acima da nossa vontade. Vida é sinônimo de Consciência (não importa o estágio desta).
Em algum momento cósmico, que nos escapa qualquer mensuração cronológica, nos tornamos uma Consciência, um Ser cuja qualidade intrínseca é a Vida. A Consciência em nós parte da inexperiência, das limitações, do estágio de adormecimento para sua expansão, no processo de despertar, no desenrolar das experiências nas diferentes formas (aqui, pode-se ler “fórmas” e “fôrmas“). Neste momento, inicia-se o mergulho da Vida ( ou da Consciência) em um dos planos de existência. No caso dos humanos, a Consciência (ou a Vida) mergulha na carne, gerindo a (re)entrada, a partir da concepção e sucessivas mitoses até a formação do corpinho do bebê que nasce. Observemos que o que nasce é o corpinho do bebê, preenchido pela Vida da Consciência que o sustenta. O Espírito não nasce, ele é. No plano da terceira dimensão - que nos encontramos – toda forma (“fórma“) que nasce, morrerá, mas o “piloto” que estava naquela forma (“fôrma“) continua vivo, porque é Consciência, é Vida, a qual irá estagiar nos planos seguintes ao da dimensão física: na quarta e na quinta dimensões, onde a manifestação da Consciência se dá em corpos mais sutis (como é o perispírito, o corpo mental e corpo causal confirmados pelo Espírito André Luiz). Aliás, esta realidade já havia sido mencionada pelo apóstolo Paulo - "todos possuimos corpo carnal e corpo espiritual".
Portanto, o raciocínio do pensador alemão Tolle (que tem base no pensamento budista) faz sentido também no pensar espírita. A Vida é, antes da corporificação, já quando o Ser se encontra na erraticidade – no intervalo entre uma encarnação e a próxima. A Vida continua sendo durante toda a existência física, a partir do nascimento e a Vida também está presente no momento da morte do “carro” físico e a mesma Vida conserva sua individualidade após a morte do corpo material, passando a se manifestar em corpos mais sutis.
Saindo do raciocínio filosófico, não podemos negar o impacto que representa para nós humanos a partida de um ente querido, através da morte, onde se dá o óbito do corpo e com ele uma gama de experiências não poderão mais ser usufruidas, como o tato, a visão, a audição daquele ser, agora desencarnado. A sensação de perda é real, quanto mais o homem for ligado afetivamente ao ente que fez a passagem. O fato de acreditarmos como espíritas na continuidade da Vida após a morte física, esta crença não impede de sentir a dor, de viver o luto, de chorar muito. O choro não é prejudicial prá ambas as partes, a não ser que o encarnado permaneça fixado, mesclando suas lágrimas a um sentimento de muita revolta e inaceitação ( do tipo: “Por que voce me deixou?”, “Leve-me também, oh! Deus“, “Por que Voce fez isto comigo?” etc.).
Negar entrar em contato com a dor da falta, com a perda (mesmo que momentânea) causa muitos estragos na alma de quem fica. É comum um retraimento, uma retirada do viver. Especialistas dizem que o luto de dois anos de duração é saudável. Após este período, é preciso avaliar. É neste momento, que a Doutrina Espírita vem nos esclarecer e consolar que o melhor da pessoa – pensante, inteligente, que sente, que conviveu conosco o mais belo dos afetos – continua vivo, com novas possibilidades no plano para onde voltou; que um dia haveremos de nos reencontrar – seja durantes os contatos em sonhos, após o momento de nossa passagem e/ou quando retornar ao nosso convívio pelas portas da reencarnação.
Para finalizar a reflexão, cito Carlos Drummond de Andrade que escreveu a crônica “Viver não dói” (e concordo com ele totalmente) que "A dor é inevitável. O sofrimento é opcional". Vale a pena ler na íntegra:

Viver não dói
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias, se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade

Dar gratuitamente

É praxe nas casas espíritas nada cobrar - e muito especialmente dinheiro - por qualquer serviço prestado. A prática espírita é puro voluntariado dos que dedicam a atender àqueles que chegam por motivos diversos.
Por outro lado, há custos materiais (aluguel, energia, equipamentos, manutenção etc.) para que um agrupamento espírita funcione. Quem paga?
Parece que os religiosos não sabem ainda lidar bem quando o assunto é "dinheiro".
Nesta Quinta-feira 11/Novembro, teremos uma reflexão sobre “Dai gratuitamente o que gratuitamente que recebestes”, que faz parte de O Evangelho Segundo o Espiritismo" – Cap. XXVI. O palestrante da noite será nosso irmão Walfrido Carvalho. Eis a passagem para maturarmos:

"1. Restituí a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios. Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido. (S. MATEUS, cap. X, v. 8.)


2. "Dai gratuitamente o que gratuitamente haveis recebido", diz Jesus a seus discípulos. Com essa recomendação, prescreve que ninguém se faça pagar daquilo por que nada pagou. Ora, o que eles haviam recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, isto é, os maus Espíritos. Esse dom Deus lhes dera gratuitamente, para alívio dos que sofrem e como meio de propagação da fé; Jesus, pois, recomendava-lhes que não fizessem dele objeto de comércio, nem de especulação, nem meio de vida. "


Quem quiser o Capítulo inteiro, clique AQUI.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Esperança diante da morte

A esclarecedora palestra de ontem - "Vivendo o luto" - ministrada pela Têca, foi baseada na experiência de vida de Christine Longaker, registrada no livro "ESPERANÇA DIANTE DA MORTE - Preparando Espiritualmente a Partida", 356 páginas.

Esgotado na Editora Rocco, onde dificilmente será reeditado, porque é de 1998, sua 1ª e única edição, algumas pouquíssimas unidades esta preciosidade de livro ainda se encontra disponível em livrarias como a FNAC (R$35) e Submarino (R$29,90).

A outra opção é adquirir usados, através do site da Estante Virtual, que congrega sebos em todo o Brasil, onde há 30 exemplares, que variam de R$8,99 a R$22. Novos ou usados, nos preços acima não consta o valor do frete para Fortaleza.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia de Finados???

Clique neste LINK e leia o tópico "Todo dia é dia" - um comentário que fiz sobre o Dia de "Finados", que faz ser feriado nacional o dia de amanhã, 02 de Novembro. Paz e Bem a todos!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A dor da separação no luto


Quando a morte surge, nos tirando do contato físico uma pessoa querida que até então podiamos vê-la e abraçá-la, comumente, falta-nos o chão.
Ainda bem que a revelação espírita - de que a imortalidade da alma confere a continuidade da Vida, em uma dimensão invísivel e mais sutil do que a física - possibilita serenidade no coração e na mente dos que continuam do "lado de cá" da existência. O conhecimento da "vida após a morte" ameniza a dor da separação, por sabermos ser esta temporária; que um dia, poderemos nos reencontrar com os Espíritos queridos. Mas até lá, o que fazer com a dor da separação? Como viver o luto?


Na próxima Quinta-feira, dia 04 de Novembro, às 20h, a palestra ficará por conta de nossa irmã TÊCA BARBOSA. O tema da noite será "VIVENDO O LUTO". O enfoque estará voltado para todos que precisam continuar sua lida após a morte e sepultamento do veículo físico do ente querido.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O que é MEDIUNIDADE?

Nas quartas Quintas-feiras de cada mês, o tema da palestra é um capítulo de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, obra primeira, a partir da qual surgiu a Doutrina dos Espíritos, compilada pelo olho clínico de Allan Kardec, a partir de 1857.
Já vimos "As Causas Primárias", dividida em 4 capítulos, e "O mundo espírita ou dos Espíritos", disposto em 11 capítulos. Esta última parte contém informações mui interessantes onde os Espíritos reveladores lançaram luz sobre a intervenção dos desencarnados no mundo corporal, em especial, a influência dos Espíritos sobre os encarnados e a natureza desta interação.

O que é MEDIUNIDADE? Todas as pessoas a possuem? Há alguma maneira de fazer despertar em mim a capacidade mediúnica? A mediunidade pode ser distorcida? A personalidade (não a moral) do indivíduo em seu estado comum pode influir na maneira como ele lida como a mediunidade?

Assim, o tema da Quinta-feira 28/Out será "A Importância da MEDIUNIDADE Como Instrumento da Revelação Divina", com nosso irmão HUGO MENDONÇA, cujo objetivo será sintetizar sobre esta capacidade que têm os seres humanos e os Espíritos de se comunicar.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Palestra com Música




Desde Sábado 16/Out, está aberta a "SEMANA NACIONAL DE ARTE ESPÍRITA", com a realização do I Festival de Música Espírita do Ceará e ontem, Domingo 17, ocorreu o I Festival de Esquetes Espíritas do Ceará e segue até Domingo 24. A Semana é promovida pela ABRARTE - Associação Brasileira de Artistas Espíritas e no Ceará tem a FEEC - Federação Espírita do Estado do Ceará como realizadora.

Por acreditar na Música e no Teatro como expressões onde a mensagem espírita pode ser veiculada atingindo positivamente níveis mais profundos da alma que vai além do intelecto, é que o Grupo Espírita Paz e Bem! está fazendo parte da Semana Nacional e receberá na próxima Quinta-feira 21, às 20h, o confrade expositor e ator REGINAURO SOUSA, que abordará o tema "TOCANDO AS FIBRAS DA ALMA", uma palestra mesclada com Música.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

NÃO VOS AFADIGUEIS PELA POSSE DO OURO

"Não vos afadigueis por possuir ouro, ou prata, ou qualquer outra moeda em vossos bolsos. - Não prepareis saco para a viagem, nem dois fatos, nem calçados, nem cajados, porquanto aquele que trabalha merece sustentado.
Ao entrardes em qualquer cidade ou aldeia, procurai saber quem é digno de vos hospedar e ficai na sua casa até que partais de novo. - Entrando na casa, saudai-a assim: Que a paz seja nesta casa. Se a casa for digna disso, a vossa paz virá sobre ela; se não o for, a vossa paz voltará para vós. Quando alguém não vos queira receber, nem escutar, sacudi, ao sairdes dessa casa ou cidade, a poeira dos vossos pés. - Digo-vos, em verdade: no dia do juízo, Sodoma e Gomorra serão tratadas menos rigorosamente do que essa cidade." (S. MATEUS, cap. X, vv. 9 a 15.)

A passagem acima consta do Capítulo XXV, itens 9 e 10 de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e será comentada pelo nosso irmão TOM TRAJANO, na Quinta-feira 14/Outubro/2010.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Espontaneidade e alegria versus Birra e extremos

Está se aproximando o Dia das Crianças.

Lembrar das crianças é recordar quão podemos aprender com elas.

Todos possuímos uma criança dentro de si mesmo e que se reflete muito forte no adulto que somos hoje.

Quando saudável, a parte criança dentro de nós se torna a responsável pela alegria, espontaneidade, facilidade de reconciliar etc.

Quando manifestamos a imaturidade, a birra; quando queremos ser mimados sempre e atendidos em nossa vontade; quando tudo tem que ser do nosso jeito 100%...aqui, estamos apresentando nossa postura infantil, que precisamos modificar para sermos felizes internamente, bem como aperfeiçoarmo-nos nos relacionamentos com o outro.

É preciso conhecer e reconhecer a criança dentro de nós mesmos e quando ela está nos ajudando a evoluir ou nos paralisando na jornada ascencional.

Nesta próxima Quinta-feira 07/Out, o tema será “Eu-Criança: Parte essencial do Ser”, com a psicóloga Lucy Lopes.